Roubei a imagem para homenagear o Gordo com sua mais nova paixão! E eu que dei o presentinho para ele poder entrar no hall da fama!
;)
Lendas do Rock:

Beijo gordinho! Saudade!!!


E nessa fase de fanatismo cinematográfico, assisti "A Onda".
Assisti Bastardos Inglórios. Não resisti, não pude esperar. 
Chamaram-na fresca! Tolerava muita coisa, mas fresca, fresca era demais.

E assim caminha a humanidade...
Beijos.



Mete a mão no cavaco
Sacode o pagode que já tá lotado
Toca um partido alto maneiro
Que agora o terreiro ficou animado
E lá vem a gatinha cantando,
O moleque dizendo no pé
Olha a rapaziada chegando, já é
Olha a cerva gelada na mesa
Olha nego pegando o refrão
Mete a mão no cavaco
Que a galera marca na palma da mão
Ôba, ôba, ôba, lele ô
Ôba, ôba, ôba, lele ô
Mete um bico na tristeza
Manda embora o desamor
Que essa vida é uma beleza,
E cai no samba com ioiô
Esse samba é nó na madeira
Nesse samba não tem zé mané
Vem chegando o diogo nogueira,
Já é!
Esse samba é a nossa batucada
Tá nas grades do meu coração
No compasso do amor
Vem cantando com o Xande do revelação







Pesquisa mostrou Salvador despontando como a capital dos solteiros. Não é nova a pesquisa, tão pouco a desconhecia. O caso é que decidiu-se filosofar a respeito a pedido de um amigo.
Mas como? Por que?
Salvador é o centro do mundo? Lá todos trabalham extensivamente e não se permite comulgar a vida com outrem? A noite de Salvador é imperdível e não sobra espaço para se cogitar sair das férias eternas? Não há jovens na cidade e são todos de meia idade viúvos? Os trios carnavalescos circulantes durante todo ano dividem a rua em esquerda: meninas, à direita: meninos... nunca se encontram?
Que nada! Nada disso é verídico!
Vejamos, São Paulo tem um potencial de divertimento infinitas vezes maior do que o de Salvador. A vida é corrida, tempo é dinheiro, bla bla bla. Ummmmmm... lá não é a capital da solteirice!
Minas possui as pessoas mais belas do Brasil, teoricamente, teoricamente. E lá também não é a capital?
Rio de Janeiro, com o ideal de corpos perfeitos, ardentes na praia, glamour, Cristo Redentor de braços abertos sempre. Não, não é lá. Mesmo com a benção do Senhor.
Nem é Manaus, onde parece ser bem mais difícil encontrar-se pessoas? Não, não.
A solidão está em Salvador. A busca e fuga e busca e fuga e busca... em Salvador. E compartilho das eternas queixas entre amigas e amigos. Todos se queixam. Mas no carnaval, ou em sua proximidade é comum ouvir:
- Tem fulano, tá ligando... mas vem o carnaval aí... sabe como é né?
- Não, não sei.
Nem tudo fica subentendido. Por acaso é carnaval por todo ano? Qual a graça tamanha do carnaval? A música é tão boa assim? O mundo se acaba depois do carnaval? E mesmo que acabasse, por que não dar uma chance a fulano, cicrana, beltranos já que o mundo vai acabar? Definitivamente não sei como é. Inconsciente coletivo... inconsciente não pode, nem deve, JAMAIS ordenar o consciente. Os sentidos, sim, o fazem, incluindo o sexto. Mas o insconsciente coletivo leva diretamente a uma burricigenação deselegante e pouco cortêz.
Seguindo a regra do inconsciente: Solteiros se divertem, Comprometidos engordam em casa com filminho de locadora, como sugerido pelo blog em questão.
Se há um inconsciente coletivo dignificando os comprometidos à eterna clausura, há uma total coerência em correr do comprometimento. Aí sim baby, não há quem queira. Quem sabe os anciões a desejem por terem as forças fadigadas após tanta diversão descompromissada.
Mas peraê! Nunca foi assim!!! Não há porque sê-lo. Nem faz muito sentido
Não se acorrenta ninguém hoje em dia, não se casa e assim permanece eternamente, não se chama bobagem apaixonar-se, não há porque angustiar-se. Sejamos felizes e é só. Apenas isso. A vida é curta, curtíssima. Simbora moçada.
Beijos.
Maria.
Excesso exceto
Lenine/ Arnaldo antunes
O que se abre aberto
Se aproxima perto
Pra esvaziar o já deserto
Desorienta o incerto
Ruma sem trajeto
Nunca existiu mas eu deleto
Querer sem objeto
Voz sem alfabeto
Enchendo um corpo já repleto
O excesso, o exceto
O etcétera e todo resto
Do chão ao céu, da boca ao reto
Eu só eu
No meu vazio
Se não morreu
Nem existiu
Só eu só
No meu pavio
Futuro pó
Que me pariu


Essa vida tá que tá...Em se tratando de novela, a globo perde feio. Mas o roteirista vem acertando algumas coisas e amenizando meu lado. Ou eu que ando enxergando mais as coisas cor-de-rosa? Bem, bem.



Eu disse: Não é assim tãããããããããããão auto-biográfico! hahahahahaha. ai ai
Detalhes de nuances.
Maria.



Querida filha
Cuidado com os gatos eles comem sempre que têm fome. São seres vivos e por isso comem para repor energias não os esqueça.
Um beijo de seus pais que não a esquece
Que deus te abençoe
rolim filho e elvira rolim"





---------------------Vik Muniz- Dietrich feita em diamantes-------------------Escrevendo da varanda de casa! Maravilha.
Materializem: moro em Salvador, está um dia sereno, tenho uma varanda enorme no ap que me dá um prazer incrível só de olhar a vida através dela. Imaginem então: escrever nela. Venho por meio dessas mal traçadas linhas dizer que: mooooooooooorram de inveja! Mas o objetivo final nem é fazer com que desfaleçam pela minha varanda... mesmo porque a bendita nem é minha de fato, alugada e em breve terei que partir de mudança. Aaaaaaaaaaaaaaaaah como odeio mudanças. De apartamento, óbvio. Muito trabalho, mas o final é tão bonitinho. Geralmente gosto mais do novo apartamento que do antigo.
Mas, voltando ao objetivo do texto, ou o tentando fazer.
Pra falar de amor. Mais uma vez? Será que mulher só sabe falar de amor?
Respondo: não, não e não. Sei falar de tantas outras coisas, tantas e tantas que a rouquidão me afeta. Nem é por ser uma tagarela, mas por criticar absurdos e elogiar predicados com intensidade de um furacão. Mas escrever, escrever é um ato maior do que falar, pura mágica. O que acontece, caríssimos, é que a crise mundial é tão pouco inspirativa, Obama é tão pouco poético, a Amazônia continua sendo devastada, os índios desrespeitados sem poder sequer acreditar mais em pajé, as enchetes e desertificações estão aí pra quem quiser ver. Mas nada se compara à música, à arte, Vik Muniz e sua frase"demorei 20 anos para me tornar famoso da noite pro dia", à poesia e ao amor.
Vinha sendo apartidária ao amoreco, amorzinho, love, forever mas mudo de idéia facilmente a respeito. Reluto, bato o pé no chão com força, birra, que não quero não quero e não quero. Aí vem Fran e escreve sobre a paixonite como montanha Russa, o acaso, que nem se nota, coloca um vídeo de Regina Spektor com uma música que ficou breguinha breguinha graças à insistência em tocar incansáveis vezes na novela.
Aí vêm a sexta-feira, o crepúsculo, mais músicas de Regina Spektor pra conhecer, a borboleta que entra pela varanda, a flor branquinha que brotou no jardim e nem fui eu quem plantou, o vinho... o vinho.
Me Rendo! Tá, pode levar! Vou, vou sim! Onde fica essa Montanha Russa?
Roteirista! Meu chapa, cadê a estabilidade da montanha Russa? É seguro? Retoca aqui a maquiagem por favor! Preciso estar bonitinha e preparada pra encarar isso novamente.
O amor, l’amour, amore. Por ele guerras atrozes, paz duradoura, sono tranqüilo, insônias seguidas, olheiras e a mais bela pele de todos os tempos.
Roteiristaaaaaaaaaaaaaa! Sem inércia por favor.
Gracias.
Estava eu lendo a Bravo! nesse dia de chuva em Salvador. Deliciando-me, digo. Porque ler a Bravo não é apenas ler, é se deliciar, ficar ansiosa para que a peça anunciada venha, querer ver a exposição em São Paulo, ficar possessa quando o filme recomendado não está em cartaz, comprar o livro de Woody Allen e achar absurdo não o terem escrito antes...


Resumão (criativo):




..................................................Rá!....................................................

Seguindo... se o ovo fosse azul, ganhava-se: uma toalha de mesa com a galinha desenhada nela( que bom gosto! fino trato!)


Resposta ao resumão:
Só venho acrescentar que não é um texto auto-biográfico! kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
Beijos. Maria.





Sobretudo: [De sobr(e)+ tudo] S.m. 1.Grande casaco próprio para se vestir sobre outro, como resguardo contra o frio. Adv.2. principalmente, especialmente.